Seguindo o tópico dos drinks, vou colocar mais 3 receitas muito boas, que até os gaudérios vão querer se atracar. Como hoje é quarta feira, dia de jantinha , nada melhor do que Sex On The Beach, Ice Caseira e Mojito para começar a festa.
1- Sex On The Beach
1 dose de vodka
1/2 dose de suco de pêssego
7 gotas de groselha para decorar
2 pedras de gelo
Misture a vodka, o suco de limão e pêssego em uma coqueteleira. Mecha bem, e coloque em um copo com os gelos. Adicione a groselha por cima.
2- Ice Caseira
2 litros de sprite
1/2 litro de vodka smirnoff
2 pacotes de suco clight sabor limão
É só misturar tudo e levar a geladeira.
3- Mojito
1 dose de run
1 colher de açúcar
suco de 1 limão
1/2 copo de água com gás
10 a 12 folhas de hortelã
gelo picado
Coloque em um copo, a hortelã, o açúcar, o sudo de limão e a água com gás. Amasse bem a hortelã, então é só adicionar o gelo picado e o rum. Enfeite com 1 rodela de limão.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Sal Grosso Temperado
Tem muito xíru, que quando vai assar um bom pedaço de carne, adora colocar sal grosso temperado, aqueles prontos que vendem em qualquer bodega, que deixam um gosto muito bom em um assado. Mas para quem gosta de por a mão na massa, assim como eu, vou ensinar a fazer seu próprio sal grosso temperado em casa.
INGREDIENTES:
1 kg de sal grosso
6 dentes grandes de alho
1 colher de sopa de pimenta calabresa
1 colher de sopa de orégano
1 colher de chá de cominho
2 envelopes de sazon sabores do sul
PREPARO:
Misture todos os ingredientes, e deixe descansar em um vidro por 5 dias, após e só usar.
INGREDIENTES:
1 kg de sal grosso
6 dentes grandes de alho
1 colher de sopa de pimenta calabresa
1 colher de sopa de orégano
1 colher de chá de cominho
2 envelopes de sazon sabores do sul
PREPARO:
Misture todos os ingredientes, e deixe descansar em um vidro por 5 dias, após e só usar.
História Do Charque No RS
Buenas pessoal, hoje colocarei um texto muito interessante, e não uma receita. Mas o texto é ralacionado a um dos ingredientes mais consumidos no nosso Rio Grande, o charque, duvido alguém que nunca provou, seja no espeto, no feijão, com batatas, carreteiro ou mesmo puro.
Para que fosse possível manter a carne em estado propício para ser consumida foi dado o início da conservação deste produto, primeiro através da sua secagem ao sol, na região do Ceará, sob a forma de carne de sol ou carne do sertão.
Entretanto, uma grande seca no Ceará em 1777 aniquila os rebanhos. Para sorte dos gaúchos, no mesmo período é assinado o Tratado de Santo Ildefonso, que permitia uma trégua na luta entre espanhóis e portugueses, possibilitando investimentos econômicos na região, até então exclusivamente criadora de gado, através da estância.
Em 1779 é registrada a chegada do retirante da seca, o português José Pinto Martins, que transfere-se do Ceará para o RS, estabelecendo a primeira charqueada industrial dentro dos limites da Vila do Rio Grande, fundada em 1737.
Esta primeira charqueada, localizada num dos distritos do futuro município, às margens do arroio Pelotas, protegeria a propriedade do vento e das areias do litoral, que arruinariam a produção. Outro ponto favorecedor era a fácil comunicação com o porto do Rio Grande através de iates.
Ao contrário do que possa parecer, nas charqueadas não se criavam bois. Haviam raras exceções, como a Charqueada da Graça, mas essa criação não dava conta da produção total do charque.
Na chamada boca do arroio, entre o São Gonçalo e o arroio Pelotas, as terras foram rapidamente sendo tomadas por escravos. Só então a área adquire o nome de Passo dos Negros.
Com o progresso advindo da venda do charque, em 1812 acontece a criação da Freguesia e em 1832 a instalação da vila, oficialmente criada em 1830. Somente em 1835 a vila é elevada à condição de cidade. Charqueadores transferiram-se do Rio Grande e se fixaram em Pelotas, construindo palacetes, principalmente depois da criação da Vila.
O charque era quase exclusivamente produzido pelo Brasil. De concorrentes, apenas Uruguai e a Argentina. "Quando esses países estavam em crise, o que era comum em virtude das guerras civis, a produção pelotense atingia maior rentabilidade", enfatiza o historiador Magalhães.
A safra era sazonal e durava de novembro a abril. As charqueadas tinham em média 80 escravos, ocupados nos intervalos da safra em olarias nas próprias charqueadas, derrubadas de mato e plantações de milho, feijão e abóbora nas pequenas chácaras que cada charqueador possuía na Serra dos Tapes, onde ficam hoje a Cascata e as colônias de Pelotas.
Magalhães conta que os navios que levavam o charque não voltavam vazios. Traziam mantimentos, livros, revistas de moda, móveis, louças da Europa - e açúcar do Nordeste, consolidando a tradição do doce em Pelotas. "Embora aqui não se plantasse cana-de-açúcar, os doces de Pelotas chegaram a ser rivais dos do Nordeste, região açucareira por excelência."
Em 1820, eram 22 charqueadas (depoimento de Saint-Hilaire) e, em 1873, 38. "Número máximo que encontrei, num relatório da Presidência da Província", complementa.
Outro dado espantoso é o número de abates, num total de 400 mil cabeças de gado por ano. De acordo com as pesquisas de Magalhães, Simões Lopes Neto, na Revista do Primeiro Centenário de Pelotas, editada em 1911, comenta que até aquela data foram abatidas 45 milhões de reses e umas 200 firmas se sucederam.
O advento dos frigoríficos, na década de 1910, foi outra. Em 1918, restaram apenas cinco charqueadas em Pelotas. "O coronel Pedro Osório, que começou como charqueador, passou a plantar arroz em 1905, transformando-se no maior industrial do setor no mundo e conhecido como Rei do Arroz".
Até o final do período imperial, dez charqueadores receberam títulos de nobreza. "A outorga do baronato, que tinha como condição, quase sempre, certa fortuna acumulada, significava o reconhecimento oficial da Monarquia ao poder e ao prestígio de quem era agraciado", explica o historiador Mário Osório Magalhães.
Além de Antiqueira, apenas João Simões Lopes ascendeu à condição de visconde e passou para a história como o Visconde da Graça, em uma referência direta a sua propriedade, a Charqueada da Graça, localizada na margem esquerda do arroio Pelotas.
Texto retirado de http://pelotas.ufpel.edu.br/charque.html
O começo da história
No século 18, enquanto ocorria o ciclo econômico da mineração no Brasil envolvendo os estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, havia uma crescente valorização do rebanho de gado existente no Rio Grande do Sul, introduzido pelos jesuítas no século 17. Os bois serviam para a alimentação e as mulas para o transporte dos mineradores.Para que fosse possível manter a carne em estado propício para ser consumida foi dado o início da conservação deste produto, primeiro através da sua secagem ao sol, na região do Ceará, sob a forma de carne de sol ou carne do sertão.
Entretanto, uma grande seca no Ceará em 1777 aniquila os rebanhos. Para sorte dos gaúchos, no mesmo período é assinado o Tratado de Santo Ildefonso, que permitia uma trégua na luta entre espanhóis e portugueses, possibilitando investimentos econômicos na região, até então exclusivamente criadora de gado, através da estância.
Em 1779 é registrada a chegada do retirante da seca, o português José Pinto Martins, que transfere-se do Ceará para o RS, estabelecendo a primeira charqueada industrial dentro dos limites da Vila do Rio Grande, fundada em 1737.
Esta primeira charqueada, localizada num dos distritos do futuro município, às margens do arroio Pelotas, protegeria a propriedade do vento e das areias do litoral, que arruinariam a produção. Outro ponto favorecedor era a fácil comunicação com o porto do Rio Grande através de iates.
A consolidação das fazendas
A consolidação das charqueadas, grandes propriedades rurais de caráter industrial, só se dá no século 19, às margens dos arroios Pelotas, Santa Bárbara, Moreira e canal São Gonçalo. O gado, matéria-prima, era proveniente de toda a campanha rio-grandense, introduzido em Pelotas através do Passo do Fragata e vendido na Tablada, grande local dos remates na região das Três Vendas.Ao contrário do que possa parecer, nas charqueadas não se criavam bois. Haviam raras exceções, como a Charqueada da Graça, mas essa criação não dava conta da produção total do charque.
Na chamada boca do arroio, entre o São Gonçalo e o arroio Pelotas, as terras foram rapidamente sendo tomadas por escravos. Só então a área adquire o nome de Passo dos Negros.
Com o progresso advindo da venda do charque, em 1812 acontece a criação da Freguesia e em 1832 a instalação da vila, oficialmente criada em 1830. Somente em 1835 a vila é elevada à condição de cidade. Charqueadores transferiram-se do Rio Grande e se fixaram em Pelotas, construindo palacetes, principalmente depois da criação da Vila.
O charque
O charque era utilizado também para alimento dos escravos (outro era o bacalhau) em todo o Brasil e nos países que adotavam o sistema escravista, sobretudo o Caribe (Cuba, principalmente). Do gado, se aproveitava tudo: o couro, o pó dos ossos para fertilizante, o sangue para gelatina, a língua defumada, os chifres para várias utilidades. Esses produtos eram exportados para toda a Europa e os Estados Unidos.O charque era quase exclusivamente produzido pelo Brasil. De concorrentes, apenas Uruguai e a Argentina. "Quando esses países estavam em crise, o que era comum em virtude das guerras civis, a produção pelotense atingia maior rentabilidade", enfatiza o historiador Magalhães.
A safra era sazonal e durava de novembro a abril. As charqueadas tinham em média 80 escravos, ocupados nos intervalos da safra em olarias nas próprias charqueadas, derrubadas de mato e plantações de milho, feijão e abóbora nas pequenas chácaras que cada charqueador possuía na Serra dos Tapes, onde ficam hoje a Cascata e as colônias de Pelotas.
Magalhães conta que os navios que levavam o charque não voltavam vazios. Traziam mantimentos, livros, revistas de moda, móveis, louças da Europa - e açúcar do Nordeste, consolidando a tradição do doce em Pelotas. "Embora aqui não se plantasse cana-de-açúcar, os doces de Pelotas chegaram a ser rivais dos do Nordeste, região açucareira por excelência."
Em 1820, eram 22 charqueadas (depoimento de Saint-Hilaire) e, em 1873, 38. "Número máximo que encontrei, num relatório da Presidência da Província", complementa.
Outro dado espantoso é o número de abates, num total de 400 mil cabeças de gado por ano. De acordo com as pesquisas de Magalhães, Simões Lopes Neto, na Revista do Primeiro Centenário de Pelotas, editada em 1911, comenta que até aquela data foram abatidas 45 milhões de reses e umas 200 firmas se sucederam.
O fim do ciclo do charque
As causas do encerramento do ciclo do charque em Pelotas foram várias. Uma das principais, a abolição dos escravos, quando deixa de existir o verdadeiro consumidor do produto. Magalhães explica que a concorrência de regiões gaúchas que antes apenas produziam a matéria-prima também foi outro golpe contra os charqueadores locais. "Depois de 1884, fundaram-se charqueadas em algumas cidades da fronteira, porque nesse ano estabeleceu-se a linha férrea, que permitia o escoamento do produto até o porto de Rio Grande."O advento dos frigoríficos, na década de 1910, foi outra. Em 1918, restaram apenas cinco charqueadas em Pelotas. "O coronel Pedro Osório, que começou como charqueador, passou a plantar arroz em 1905, transformando-se no maior industrial do setor no mundo e conhecido como Rei do Arroz".
Os barões do charque
O poder dos charqueadores pelotenses foi oficialmente consolidado a partir de 1829, quando o imperador Dom Pedro I outorgou o primeiro título de nobreza a um fazendeiro do ramo. Coube a Domingos de Castro Antiqueira, proprietário da Charqueada do Cascalho - localizada na margem direita do arroio Pelotas - ostentar um título nobiliário em Pelotas: o de Barão de Jaguari. Antiqueira, foi também o primeiro e um dos únicos a ascender na hierarquia da nobreza brasileira, quando em 1846 foi declarado Visconde de Jaguari.Até o final do período imperial, dez charqueadores receberam títulos de nobreza. "A outorga do baronato, que tinha como condição, quase sempre, certa fortuna acumulada, significava o reconhecimento oficial da Monarquia ao poder e ao prestígio de quem era agraciado", explica o historiador Mário Osório Magalhães.
Além de Antiqueira, apenas João Simões Lopes ascendeu à condição de visconde e passou para a história como o Visconde da Graça, em uma referência direta a sua propriedade, a Charqueada da Graça, localizada na margem esquerda do arroio Pelotas.
Texto retirado de http://pelotas.ufpel.edu.br/charque.html
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Lasanha De Frango
Esta receita foi enviada pela minha amiga Ana Paula Pegoraro, espero que gostem, quem tiver mais receitas, ou sugestões, é só enviar para o Blog.
INGREDIENTES:
1 pacote de massa para lasanha
1 lata de extrato de tomate com manjericão
1 lata de milho verde
1 lata de ervilhas
1 peito de frango cozido e desfiado
2 dentes de alho amassados
500 gramas de presunto
500 gramas de queijo muzzarela
salsinha picada
1 cebola picada
sal e pimenta a gosto
PREPARO:
Comece fazendo o molho. Em uma panela coloque 2 colheres de sopa de azeite, adicione a cebola picada, o alho, frango desfiado e o extrato de tomate e deixe refogar um pouco. Após adicione o milho , a ervilha e a salsinha. Adicione o sal e prove.
Em uma forma refratária vamos montar a lasanha. Comece colocando uma camada de molho, depois uma camada de massa para lasanha. Após uma camada de presunto e queijo. Novamente a massa, o molho e assim até terminar os ingredientes. Adicione muzzarela por cima da última camada, envolva a forma em papel aluminio e leve ao forno pré aquecido por 35 minutos.
OBS: Se quiserem , podem adicionar molho branco junto na camada dos frios( presunto e muzzarela), fica uma delícia, assim a receita do molho branco está logo abaixo.
MOLHO BRANCO
INGREDIENTES:
2 xícaras de leite
2 colheres de sopa de margarina
2 dentes de alho picados
1/2 cebola média picada
2 colheres de sopa de farinha de trigo ou maizena
1 tablete de caldo de legumes
sal a gosto
PREPARO:
Dissolva a farinha em 1/2 xícara de leite e reserve. Em uma panela doure a cebola e o alho na margarina. Adicione o leite com a farinha, mexa um pouco e adicione o resto do leite. Quando começar a ferver, coloque o caldo de legumes e mexa até ficar cremoso.
INGREDIENTES:
1 pacote de massa para lasanha
1 lata de extrato de tomate com manjericão
1 lata de milho verde
1 lata de ervilhas
1 peito de frango cozido e desfiado
2 dentes de alho amassados
500 gramas de presunto
500 gramas de queijo muzzarela
salsinha picada
1 cebola picada
sal e pimenta a gosto
PREPARO:
Comece fazendo o molho. Em uma panela coloque 2 colheres de sopa de azeite, adicione a cebola picada, o alho, frango desfiado e o extrato de tomate e deixe refogar um pouco. Após adicione o milho , a ervilha e a salsinha. Adicione o sal e prove.
Em uma forma refratária vamos montar a lasanha. Comece colocando uma camada de molho, depois uma camada de massa para lasanha. Após uma camada de presunto e queijo. Novamente a massa, o molho e assim até terminar os ingredientes. Adicione muzzarela por cima da última camada, envolva a forma em papel aluminio e leve ao forno pré aquecido por 35 minutos.
OBS: Se quiserem , podem adicionar molho branco junto na camada dos frios( presunto e muzzarela), fica uma delícia, assim a receita do molho branco está logo abaixo.
MOLHO BRANCO
INGREDIENTES:
2 xícaras de leite
2 colheres de sopa de margarina
2 dentes de alho picados
1/2 cebola média picada
2 colheres de sopa de farinha de trigo ou maizena
1 tablete de caldo de legumes
sal a gosto
PREPARO:
Dissolva a farinha em 1/2 xícara de leite e reserve. Em uma panela doure a cebola e o alho na margarina. Adicione o leite com a farinha, mexa um pouco e adicione o resto do leite. Quando começar a ferver, coloque o caldo de legumes e mexa até ficar cremoso.
Torta De Frango
Bah, quem não gosta de uma penosa. Uma das carnes mais consumidas é a de frango, então que tal uma torta no capricho para receber os amigos? Então vamos a receita.
INGREDIENTES:
1- Recheio
1 peito de frango cozido e desfiado sem pele
1 lata de milho verde
1 lata de ervilhas
1 cebola média picada
2 tomates médios picados
1/2 litro de caldo de frango( água que foi cozinhado o peito)
4 colheres de sopa de óleo
4 colheres de sopa de extrato de tomate
1 dente de alho picadinho
tempero verde a gosto
sal e pimenta a gosto
2- Massa
250 ml de leite
2 ovos
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo
3/4 de xícara de óleo ou azeite
1 colher de fermento em pó
1 colher de chá de sal
PREPARO:
1- Recheio
Em uma panela, faça um refogado com todos os ingredientes, exceto o frango, as ervilhas, tempero verde e o caldo que voçê retirou do cozimento do peito. Depois adicione as ervilhas, o frango e o caldo de frango e deixe refogar até secar. Pouco antes de secar adicione o tempero verde, mexa bem e reserve.
2-Massa
Bata o leite, o óleo e os ovos no liquidificador. Coloque em velocidade baixa e vá adicionando a farinha aos poucos, o sal e depois por último o fermento. Em uma forma untada, coloque metade da massa, após coloque o recheio e cubra com o resto da massa. Cubra com queijo ralado e leve ao forno pré aquecido até dourar.
OBS: Se quiser pode adicionar azeitonas por cima e um pouco de orégano.
INGREDIENTES:
1- Recheio
1 peito de frango cozido e desfiado sem pele
1 lata de milho verde
1 lata de ervilhas
1 cebola média picada
2 tomates médios picados
1/2 litro de caldo de frango( água que foi cozinhado o peito)
4 colheres de sopa de óleo
4 colheres de sopa de extrato de tomate
1 dente de alho picadinho
tempero verde a gosto
sal e pimenta a gosto
2- Massa
250 ml de leite
2 ovos
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo
3/4 de xícara de óleo ou azeite
1 colher de fermento em pó
1 colher de chá de sal
PREPARO:
1- Recheio
Em uma panela, faça um refogado com todos os ingredientes, exceto o frango, as ervilhas, tempero verde e o caldo que voçê retirou do cozimento do peito. Depois adicione as ervilhas, o frango e o caldo de frango e deixe refogar até secar. Pouco antes de secar adicione o tempero verde, mexa bem e reserve.
2-Massa
Bata o leite, o óleo e os ovos no liquidificador. Coloque em velocidade baixa e vá adicionando a farinha aos poucos, o sal e depois por último o fermento. Em uma forma untada, coloque metade da massa, após coloque o recheio e cubra com o resto da massa. Cubra com queijo ralado e leve ao forno pré aquecido até dourar.
Cassata
Buenas, pra inicio de prosa, não so muito chegado nos tal dos doce, mas como sempre tem que ter uma sobremesa, pras prenda e as piazada se lambuzarem, vo coloca esta aqui, que é muito fácil de fazer, e além de tudo, muito gostosa.
INGREDIENTES:
3 gemas peneiradas
3 claras
1 lata de leite condensado
1 lata de leite integral( mesma medida do condensado)
1 lata de creme de leite sem soro
200 gramas de chocolate ouro branco picado
1 colher de sopa de manteiga
PREPARO:
Pegue uma panela e leve ao fogo sempre mexendo, as gemas, a margarina, leite condensado e o leite integral, até virar um creme. Desligue e reserve.
Bata as claras em neve, e adicione o creme de leite. Em um recipiente, coloque o creme feito com o leite condensado, depois salpique o chocolate ouro branco por cima. Por fim adicione o creme feito com as claras em neve, formando 3 camadas. Leve a geladeira por 3 horas, ai é só servir.
INGREDIENTES:
3 gemas peneiradas
3 claras
1 lata de leite condensado
1 lata de leite integral( mesma medida do condensado)
1 lata de creme de leite sem soro
200 gramas de chocolate ouro branco picado
1 colher de sopa de manteiga
PREPARO:
Pegue uma panela e leve ao fogo sempre mexendo, as gemas, a margarina, leite condensado e o leite integral, até virar um creme. Desligue e reserve.
Bata as claras em neve, e adicione o creme de leite. Em um recipiente, coloque o creme feito com o leite condensado, depois salpique o chocolate ouro branco por cima. Por fim adicione o creme feito com as claras em neve, formando 3 camadas. Leve a geladeira por 3 horas, ai é só servir.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Salada Campeira
Mas ah, eu ja tava com saudade de postar alguma coisa aqui. Depois de um fim de semana pesado, trago e carne a gosto, vou colocar a receita de uma salada para companhar um bom churrasco, esta receita e chamada de vários nomes, salada campeira, maionese, salada de batata, variando um pouco os ingredientes, mas esta aqui vou colocar como a fazemos a anos, e boa sorte tchê.
INGREDIENTES:
1 kg de batata rosa
1 lata de milho verde
1 lata de ervilhas
1 lata de salsichas tipo viena
1 vidro medio de maionese( maionese caseira fica melhor ainda)
2 cenouras picadinhas
pepino em conserva a gosto picadinho
PREPARO:
Coloque as batatas para cozinhar, junto pode colocar as cenouras ja descascadas. Após cozinha- las, retire a água e deixe esfriar um pouco. Então descasque e corte as batatas em cubinhos, mesma coisa com a cenoura. Adicione o milho verde, as ervilhas e a salsicha tambem picadinha. Pique os pepinos em conserva a vontade.. Após adicione a maionese e mexa bem, então é só servir com aquele lindo pedaço de carne.
OBS: Após , guarde em geladeira, pois maionese em temperatura ambiente estraga fácil. Quem quiser, pode adicionar 3 ovos cozidos e picados, assim como tempero verde picado.
INGREDIENTES:
1 kg de batata rosa
1 lata de milho verde
1 lata de ervilhas
1 lata de salsichas tipo viena
1 vidro medio de maionese( maionese caseira fica melhor ainda)
2 cenouras picadinhas
pepino em conserva a gosto picadinho
PREPARO:
Coloque as batatas para cozinhar, junto pode colocar as cenouras ja descascadas. Após cozinha- las, retire a água e deixe esfriar um pouco. Então descasque e corte as batatas em cubinhos, mesma coisa com a cenoura. Adicione o milho verde, as ervilhas e a salsicha tambem picadinha. Pique os pepinos em conserva a vontade.. Após adicione a maionese e mexa bem, então é só servir com aquele lindo pedaço de carne.
OBS: Após , guarde em geladeira, pois maionese em temperatura ambiente estraga fácil. Quem quiser, pode adicionar 3 ovos cozidos e picados, assim como tempero verde picado.
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